quarta-feira, 7 de abril de 2010

GESTOS QUE SALVAM VIDAS



Recebi o texto abaixo e me comeveu profundamente. Espero q gostem.





A chuva caía fina e gélida na tarde quieta. Longe, na estrada, um carro parou. Era pequeno e meio velho.
Um rapaz saltou, levantou o capô e se pôs a mexer em tudo que viu. O fazendeiro, de onde estava, pensou: "coitado.
Pelo jeito, não entende de mecânica”. Vestiu sua capa de chuva e caminhou até a estrada. O jovem estava muito nervoso, mexia no carro, voltava, tentava dar a partida, passava as mãos pelos cabelos.
"Quer ajuda?" O rapaz parecia preste a chorar.
"É a bobina”.- diagnosticou o fazendeiro, depois de uma boa olhada. Buscou seu cavalo, rebocou o carro até o seu celeiro e com seu próprio carro, foi à cidade comprar uma bobina nova.Estranhou que, ao chegar à loja, o rapaz não quisesse entrar. Deu-lhe o dinheiro necessário e disse que tinha vergonha, por estar molhado. Algum tempo depois com o carro funcionando, pronto para partir, a esposa do fazendeiro insiste para que fique para o jantar. Não era hábito convidar estranhos para adentrar a casa. Contudo, aquele rapaz parecia aflito, meio perdido.Poderia, talvez ser seu filho.
Ele quase não comeu. Continuava preocupado, ansioso. A chuva se fez mais forte. O casal preparou o quarto de hóspedes e pediu que ficasse.Na manhã seguinte, suas roupas estavam secas e passadas.Ele se mostrava menos inquieto.Alimentou-se bem e despediu-se.
Quando pegou a estrada, aconteceu uma coisa estranha. Ele tomou a direção oposta da que seguia na noite anterior. Isto é, voltou para a capital.
O casal concluiu que ele se confundira na estrada. O tempo passou. Os dias se transformaram em semanas, meses e anos. Então, chegou uma carta endereçada ao fazendeiro:
"Sr. Mcdonald, "Não imagino que o senhor se lembre do jovem a quem ajudou, anos atrás, quando o carro dele quebrou."Imagine que, naquela noite, eu estava fugindo. Eu tinha no carro uma grande soma de dinheiro que roubara de meu patrão. "Sabia que tinha cometido um erro terrível, esquecendo os bons ensinamentos de meus pais."Mas o senhor e sua mulher foram muito bons para mim.
Naquela noite, em sua casa, comecei a ver como estava errado.
"Antes de amanhecer, tomei uma decisão.No dia seguinte, voltei ao meu emprego e confessei o que fizera. "Devolvi todo o dinheiro ao meu patrão e lhe implorei perdão. "Ele podia ter me mandado para a prisão.Mas, por ser um homem bom, me devolveu o emprego.
Nunca mais me desviei do bom caminho.
"Estou casado. Tenho uma esposa adorável e duas lindas crianças. "Trabalhei bastante. "Não sou rico, mas estou numa boa situação. "Poderia lhe recompensar generosamente pelo que o senhor fez por mim naquela noite. Mas não acredito que o senhor queira isso."Então resolvi criar um fundo para ajudar outras pessoas que cometeram o mesmo erro que eu. Desta forma, acredito poder pagar pelo meu erro. "Que Deus o abençoe, senhor, e a sua bondosa esposa, que me ajudou ainda mais do que o senhor sabia.
" Enquanto o casal lia, os olhos se encheram de lágrimas. Quando acabaram, a esposa colocou a carta sobre a mesa e citou versículos do capítulo 25 do Evangelho de Mateus:
"Era peregrino, e me recolheste. Tive fome e me destes de comer.Tive sede e me destes de beber. "Estava nu, e me vestistes. Estava enfermo e me visitastes. "Estava no cárcere e me fostes ver. "Em verdade, todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes”.




DISPONÍVEL EM: http://mensagensepoemas.uol.com.br/pensamentos/fabulas/gestos-que-salvam-vidas.html

MÉDICI FESTAJA ANIVERSÁRIO DE CUIABÁ



Ocorreu na manhã de hoje grande Comemoração do Aniversário de Cuiabá, na Escola Estadual “Presidente Médici”. Tal evento faz parte do Calendário Escolar da escola e visa à culminância dos Projetos desenvolvidos pelos professores em conjunto com os alunos do Ensino Fundamental e Médio, sob a orientação das Coordenadoras Iolanda e Kátia, respectivamente.
Para a realização da festa, os alunos apresentaram, em forma de murais, cartazes entre outros modos, vários temas ligados a Cidade Verde. Destaca-se entre outros temas o meio ambiente da Capital Cuiabana, cultura, comidas típicas, artesanato e danças.
Vale destacar as apresentações culturais realizadas, no palco central da escola, pelos alunos no Ensino Fundamental, tais como: desfile de objetos típicos, apresentação teatral, dança (rasqueado).
A festa terminou às 11 horas com apresentação de “dança de rua” dos alunos do Ensino Médio. O evento acontecerá ainda nos períodos vespertino e noturno.

segunda-feira, 8 de março de 2010

TEXTO: PAU NO NOME


Gente, achei o máximo este texto.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

NOTA DE REPÚDIO BLOCO BOCA SUJA

Amigos e amigas, leiam a nota de repúdio do Bloco Carnavalesco Boca Suja. Acessem: http://www.blocobocasuja.com/

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Recado

Caros leitores,

Quero pedir-lhes desculpas. Tenho andado ocupado ultimamente. Vida de professor não é fácil. Estou com algumas ideias novas para o blog. Espero colocá-las em prática assim que der.

Obrigado pela compreensão de todos (as)!


Ronnie

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

DAR NÃO É FAZER AMOR

Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar

Experimente ser amado...


Luis Fernando Veríssimo



Disponível em: http://www.pensador.info/p/cronicas_de_luiz_fernando_verissimo/1/

segunda-feira, 2 de novembro de 2009