A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. Paulo Freire
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
Vamos revisar? Allons-nous revoir?
Revisão - la revue
Boa noite! Bonswa!
1- Vamos revisar o alfabeto:-
(an nou revize alfabè a nan Pòtigè)
2- Vamos revisar os dias da semana em português:
(Passons en revue les jours de la
semaine en portugais:)
segunda-feira, 2 de abril de 2018
sábado, 7 de outubro de 2017
Colocação Pronominal
É a parte da gramática que trata da correta colocação dos pronomes oblíquos átonos na frase.
Embora na linguagem falada a colocação dos pronomes não seja rigorosamente seguida, algumas normas devem ser observadas, sobretudo, na linguagem escrita.
Dicas:
Existe uma ordem de prioridade na colocação pronominal: 1º tente fazer próclise, depois mesóclise e em último caso, ênclise.
Dicas:
Existe uma ordem de prioridade na colocação pronominal: 1º tente fazer próclise, depois mesóclise e em último caso, ênclise.
PrócliseÉ a colocação pronominal antes do verbo. A próclise é usada:
1) Quando o verbo estiver precedido de palavras que atraem o pronome para antes do verbo. São elas:
a) Palavras de sentido negativo: não, nunca, ninguém, jamais, etc.
Ex.: Não se esqueça de mim.
b) Advérbios.
Ex.: Agora se negam a depor.
c) Conjunções subordinativas.
Ex.: Soube que me negariam.
d) Pronomes relativos.
Ex.: Identificaram duas pessoas que se encontravam desaparecidas.
e) Pronomes indefinidos.
Ex.: Poucos te deram a oportunidade.
f) Pronomes demonstrativos.
Ex.: Disso me acusaram, mas sem provas.
2) Orações iniciadas por palavras interrogativas.
Ex.: Quem te fez a encomenda?
3) Orações iniciadas por palavras exclamativas.
Ex.: Quanto se ofendem por nada!
4) Orações que exprimem desejo (orações optativas).
Ex.: Que Deus o ajude.
MesócliseÉ a colocação pronominal no meio do verbo. A mesóclise é usada:
1) Quando o verbo estiver no futuro do presente ou futuro do pretérito, contanto que esses verbos não estejam precedidos de palavras que exijam a próclise.
Exemplos:
Realizar-se-á, na próxima semana, um grande evento em prol da paz no mundo.
Não fosse os meus compromissos, acompanhar-te-ia nessa viagem.
ÊncliseÉ a colocação pronominal depois do verbo. A ênclise é usada quando a próclise e a mesóclise não forem possíveis:
1) Quando o verbo estiver no imperativo afirmativo.
Ex.: Quando eu avisar, silenciem-se todos.
2) Quando o verbo estiver no infinitivo impessoal.
Ex.: Não era minha intenção machucar-te.
3) Quando o verbo iniciar a oração.
Ex.: Vou-me embora agora mesmo.
4) Quando houver pausa antes do verbo.
Ex.: Se eu ganho na loteria, mudo-me hoje mesmo.
5- Quando o verbo estiver no gerúndio.
Ex.: Recusou a proposta fazendo-se de desentendida.
Dicas:
O pronome poderá vir proclítico quando o infinitivo estiver precedido de preposição ou palavra atrativa.Exemplos:
É preciso encontrar um meio de não o magoar.
É preciso encontrar um meio de não magoá-lo.
Colocação pronominal nas locuções verbais
1) Quando o verbo principal for constituído por um particípio
a) O pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar.
Ex.: Haviam-me convidado para a festa.
b) Se antes da locução verbal houver palavra atrativa, o pronome oblíquo ficará antes do verbo auxiliar.
Ex.: Não me haviam convidado para a festa.
Dicas:
Se o verbo auxiliar estiver no futuro do presente ou no futuro do pretérito, ocorrerá a mesóclise, desde que não haja palavra atrativa antes dele.
Ex.: Haver-me-iam convidado para a festa.
2) Quando o verbo principal for constituído por um infinitivo ou um gerúndio:
a) Se não houver palavra atrativa, o pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. Exemplos:
Devo esclarecer-lhe o ocorrido/ Devo-lhe esclarecer o ocorrido.
Estavam chamando-me pelo alto-falante./ Estavam-me chamando pelo alto-falante.
b) Se houver palavra atrativa, o pronome poderá ser colocado antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. Exemplos:
Não posso esclarecer-lhe o ocorrido./ Não lhe posso esclarecer o ocorrido.
Não estavam chamando-me./ Não me estavam chamando.
Observações importantes:
Emprego de o, a, os, as
1) Em verbos terminados em vogal ou ditongo oral, os pronomes: o, a, os, as não se alteram.
Exemplos:
Chame-o agora.
Deixei-a mais tranquila.
2) Em verbos terminados em r, s ou z, estas consoantes finais alteram-se para lo, la, los, las. Exemplos:
(Encontrar) Encontrá-lo é o meu maior sonho.
(Fiz) Fi-lo porque não tinha alternativa.
3) Em verbos terminados em ditongos nasais (am, em, ão, õe, õe,), os pronomes o, a, os, as alteram-se para no, na, nos, nas.Exemplos:
Chamem-no agora.
Põe-na sobre a mesa.
4) As formas combinadas dos pronomes oblíquos: mo, to, lho, no-lo, vo-lo, formas em desuso, podem ocorrer em próclise, ênclise ou mesóclise.
Ex.: Ele mo deu. (Ele me deu o livro)
Fonte:
http://portugues.uol.com.br/gramatica/colocacao-pronominal-.html
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
PROPOSTA DE REDAÇÃO
A partir da leitura dos
textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo
de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo
na modalidade escrita formal da língua
portuguesa sobre o tema “Intolerância
Religiosa: Credulidade ou Ignorância?”, apresentando proposta de
intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione,
de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de
vista.
Texto 1: Intolerância
religiosa: regra ou exceção no Brasil?
No mês
de junho de 2015, no Rio de Janeiro, uma menina de 11 anos, praticante de
Candomblé, foi apedrejada na cabeça e insultada por dois homens que portavam
Bíblias na mão e que supostamente pertencem a seitas cristãs evangélicas ou
neopentecostais. O fato despertou a atenção do público para a intolerância
religiosa na sociedade brasileira. Que o problema existe, é inegável. Mas o
Brasil não tem um histórico de conflitos armados motivados pela religião, como
ocorrem no Oriente Médio ou na Índia, por exemplo, ou como ocorreram
historicamente entre católicos e protestantes na Europa. Diante disso, é o caso
de perguntar: que dimensões assume a intolerância religiosa no Brasil? É grande
ou pequena? É explícita ou camuflada? É regra ou exceção? Por quê? Escreva um
texto dissertativo-argumentativo expondo sua visão sobre o tema. Considere na
sua argumentação as informações apresentadas na coletânea.
Texto
2:
1) O direito de criticar dogmas é assegurado como
liberdade de expressão. Atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado
a alguém em função de crença ou de não ter religião são crimes sem fiança.
Lembre-se que crítica não é o mesmo que intolerância. (Página do Ministério da Justiça
no Facebook)
2) No domingo passado, Kayllane Campos, de 11 anos,
e outras sete pessoas voltavam de um evento religioso caminhando pela avenida
Meriti, na Vila da Penha, quando dois homens que estavam em um ponto de ônibus
do outro lado da rua começaram a insultar o grupo. Com Bíblias sob os braços,
os agressores gritavam "Sai demônio, vão queimar no inferno,
macumbeiros" e lançaram a pedra contra o grupo, segundo Kátia Marinho. A
pedra bateu em um poste antes de atingir Kayllane, que chegou a desmaiar. Os
dois agressores fugiram de ônibus. (UOL Notícias)
3) Católicos, evangélicos, adeptos do candomblé, da
umbanda e de outras religiões se reuniram em um ato contra a intolerância
religiosa na manhã deste domingo (21 de junho), no largo do Bicão, na Vila da
Penha, zona norte do Rio. A manifestação ocorre uma semana depois de a
estudante Kayllane ter levado uma pedrada na cabeça quando voltava de uma
festividade do candomblé. Cerca de 400 pessoas participam do ato neste domingo.
(Agência Estado)
4) Em 2014, o Disque 100 registrou 149 denúncias de
discriminação religiosa no país. Mais de um quarto (26,17%) ocorreu no estado
do Rio de Janeiro e 19,46%, em São Paulo. O número total caiu em relação a
2013, quando foram registradas 228 denúncias, mas, mesmo assim, mostra que a
questão não foi superada no país. As principais vítimas são as religiões de
matriz africana, como o candomblé e a umbanda. (Carta Capital)
Texto 3- Conceitos: Alguém já conceituou com propriedade: "A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a crenças e práticas religiosas ou mesmo a quem não segue uma religião. É um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana." Diante deste conceito amplo, poderemos, portanto, resumir como liberdade religiosa: 1) O direito de ter uma religião e crer num ser divino; 2) O direito de não ter uma religião e não crer em um ser divino; 3) O direito à neutralidade religiosa em espaços de uso comum (públicos).
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INSTRUÇÕES:
• O rascunho da redação deve ser feito no espaço
apropriado.
• O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha
própria, em até 30 linhas.
• A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta
de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de
correção.
Receberá nota
zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:
• tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada
“insuficiente”.
• fugir ao tema ou que não atender ao tipo
dissertativo-argumentativo.
• apresentar proposta de intervenção que desrespeite os
direitos humanos.
• apresentar parte do texto deliberadamente
desconectada com o tema proposto.
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sexta-feira, 14 de agosto de 2015
sites operadores argumentativos
http://portuguesemdestaque.blogspot.com.br/2013/06/operadores-argumentativos_12.html
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